Diretrizes para minimizar as consequências não intencionais das políticas restritivas de presença da família durante a pandemia

As restrições generalizadas à presença de familiares em ambientes de saúde no contexto da pandemia resultaram em sérias conseqüências negativas não intencionais para idosos, pessoas em processo de terminalidade de vida, grávidas e puérperas, crianças e pessoas com deficiências.

Diante disso, uma coalizão de mais de 60 organizações desenvolveu um conjunto abrangente de Diretrizes para minimizar as conseqüências das políticas restritivas de presença da família durante a pandemia.

Quando certas determinações são estabelecidas sem incluir as percepções dos pacientes e dos familiares, ou seja, das pessoas mais afetadas, princípios importantes do cuidado centrado no paciente acabam sendo desrespeitados.

Apesar da pandemia, a presença segura da família pode ser viabilizada se houver uma abordagem bem planejada (e essa presença é desejável para o bem-estar do paciente). 

Diretrizes disponíveis neste link.

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