Diretrizes para minimizar as consequências não intencionais das políticas restritivas de presença da família durante a pandemia

As restrições generalizadas à presença de familiares em ambientes de saúde no contexto da pandemia resultaram em sérias conseqüências negativas não intencionais para idosos, pessoas em processo de terminalidade de vida, grávidas e puérperas, crianças e pessoas com deficiências.

Diante disso, uma coalizão de mais de 60 organizações desenvolveu um conjunto abrangente de Diretrizes para minimizar as conseqüências das políticas restritivas de presença da família durante a pandemia.

Quando certas determinações são estabelecidas sem incluir as percepções dos pacientes e dos familiares, ou seja, das pessoas mais afetadas, princípios importantes do cuidado centrado no paciente acabam sendo desrespeitados.

Apesar da pandemia, a presença segura da família pode ser viabilizada se houver uma abordagem bem planejada (e essa presença é desejável para o bem-estar do paciente). 

Diretrizes disponíveis neste link.

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Pesquisadora do Observatório lança livro: Capacidade Jurídica da Criança e do Adolescente na Saúde

Hoje, às 18h, a pesquisadora do Observatório Kalline Eler lança livro sobre capacidade da criança para tomar decisões em saúde, no Instituto Brasileiro de Direito de Família.

A obra é fruto da sua pesquisa de Doutorado, realizada no Programa de Pós-Graduação de Bioética da Universidade de Brasília, sob orientação da Profa. Dra. Aline Albuquerque. 

O evento será transmitido pela plataforma Zoom e os interessados em participar deverão enviar email para contatoibdfamdf@gmail.com.

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Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário da USP lança seu primeiro boletim informativo sobre COVID-19, Direitos Humanos e Políticas de Saúde

O Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário (CEPEDISA) e o Núcleo de Pesquisa e Direito Sanitário da USP lançaram o primeiro Boletim de Direito Sanitário com o tema: COVID-19, Direitos Humanos e Políticas de Saúde. No Boletim, são abordadas questões relacionadas ao contexto da COVID-19, tais como a saúde mental, o direito à saúde, o acesso a leitos, a violência obstétrica, o avanço da saúde digital, e a importância do parâmetro científico na tomada de decisões. Recomendamos a leitura.

O Boletim na íntegra pode ser acessado aqui.

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Campanha de financiamento para publicação do Livro de pesquisadora do Observatório

A pesquisa do Observatório Direitos dos Pacientes, Luana Lima, está lançando a campanha para viabilizar a edição, a publicação e a impressão do seu livro “Deverei velar pelo outro?”: suicídio, estigma e economia dos cuidados”. A obra é fruto da sua pesquisa de Mestrado, realizado no Programa de Pós-Graduação de Bioética da Universidade de Brasília, sob orientação do Prof. Dr. Wanderson Flor do Nascimento. 

Link para a contribuição aqui.

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