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Observatório Direitos dos Pacientes

Respeito, Dignidade e Segurança

Mês: março 2017

Parceria entre o Observatório e o Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos do MP de Goiás

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O Observatório de Bioética e Direitos Humanos dos Pacientes oficializou, no mês de março, parceria com o Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos (CAODH) do Ministério Público do Estado de Goiás, com a finalidade de trabalharem em conjunto em prol da conscientização social acerca dos direitos humanos dos pacientes.

O CAODH é responsável pela articulação das políticas de promoção e defesa dos direitos constitucionais, tendo por objetivos essenciais, dentre outros, a inclusão social, a cidadania e a proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade.

O Observatório Pacientes comunga com o CAODH o interesse na promoção, proteção e defesa dos direitos humanos de grupos de pessoas vulneráveis, tais como as pessoas idosas, crianças,  adolescentes e pessoas com deficiência, e está certo de que esta trajetória compartilhada pavimentará um caminho em comum na direção da consolidação da cultura de direitos humanos do paciente no Brasil.

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Dia internacional da mulher e os direitos humanos da paciente

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No Dia Internacional da Mulher, o Observatório de Bioética e Direitos Humanos dos Pacientes chama atenção para as violações de direitos humanos das mulheres na esfera da saúde.

A Organização Mundial da Saúde – OMS reconhece que a despeito de “terem alcançado um progresso considerável nas últimas duas décadas, as sociedades estão ainda falhando com as mulheres nos momentos-chave de suas vidas”. Dessa forma, as mulheres e meninas “não conseguem alcançar seu potencial pleno por causa de desigualdades de saúde, sociais e de gênero persistentes e da inadequação dos sistemas de saúde”. Sendo assim, a situação das mulheres no campo da saúde ainda apresenta enorme desafios a serem enfrentados pelas sociedades com vistas a lidar com suas vulnerabilidades especificas e a discriminação decorrente de uma cultura patriarcal e autoritária. Particularmente, no cuidado em saúde, as mulheres são submetidas a violações de direitos humanos identificadas pela OMS, como a mortalidade materna e a esterilização involuntária.

 

 

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