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Observatório Direitos dos Pacientes

Respeito, Dignidade e Segurança

Mês: janeiro 2017

Entrevista do Prof. Nelson Ibañez sobre o papel do paciente em seu cuidado e no sistema de saúde

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Em entrevista fundamental para se pensar sobre o  papel do paciente em seu próprio cuidado, bem como no sistema de saúde, o Prof. Nelson Ibañez trata de assuntos desafiadores para a aplicação concreta dos direitos humanos dos pacientes no país.

Veja a entrevista do Prof. Nelson Ibañez: http://www.resbr.net.br/o-paciente-deve-ser-sujeito-e-nao-objeto-do-sistema-de-saude/#.WI-h8E1_mUk

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Direito do paciente aos cuidados paliativos: Hospital Universitário de Brasília oferece terapia contra dor para paciente com câncer

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O direito aos cuidados paliativos em situações em que o paciente sente dor extrema deriva do direito de qualquer pessoa de não ser submetida a tratamento desumano ou degradante. O Hospital Universitário de Brasília – HUB adota medida louvável para assegurar os direitos humanos dos pacientes, que consiste no fornecimento do “Samário-153, material nuclear usado para combater principalmente a dor óssea causada pela metástase do câncer. É um tipo de terapia disponível no HUB-UnB, o único da rede pública do DF a oferecer o tratamento”.

 Para saber mais:
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“Doutor WhatsApp” e o paciente responsável

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O médico Morton Scheinberg em seu artigo sobre o “Doutor WhatsApp” alertou a população acerca dos perigos para a saúde quando há o uso excessivo do WhatsApp como meio de comunicação entre o profissional e o paciente.

Segundo Scheinberg, “é muito comum o paciente mandar foto de lesão e pedir opinião do médico ali mesmo, na mensagem de texto” e, alguns pacientes chegam ao ponto de “enviar uma foto do seu vômito, ou outro que gravou a sua respiração para ilustrar o ritmo”.

A figura do paciente responsável é fundamental para se gerar uma cultura de respeito aos direitos humanos dos pacientes, pois o respeito à autonomia do paciente e ao seu direito à informação implicam uma postura do paciente atenciosa com o seu próprio cuidado. Não é adequado despejar nos médicos todo o dever de buscar um diagnóstico ou tratamento seguro, o paciente também tem um papel fundamental no processo terapêutico.

O paciente responsável utiliza as novas mídias com cautela, e, ainda, nada substitui “os encontros presenciais entre médico e paciente que criam um vínculo de segurança e confiança”, conforme ressalta Scheinberg.

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